Com o prazo para concluir a classificação dos exames nacionais a terminar, o professor Paulo Prudêncio critica a implementação do novo modelo digital de correção, alertando para falhas que podem comprometer a fiabilidade e a equidade do processo.
Portugal está a viver um “caos inigualável” na história da educação, considera o professor Paulo Prudêncio, que aponta críticas à forma como foi implementado o novo sistema digital de classificação dos exames nacionais. O docente defende que a digitalização poderia trazer benefícios, mas considera que o processo foi introduzido com demasiada rapidez e sem a preparação necessária, ao contrário do que aconteceu noutros países, como França. Entre as principais preocupações estão possíveis falhas na digitalização das provas, erros na classificação automática das perguntas de escolha múltipla e o eventual desaparecimento de folhas. Paulo Prudêncio alerta ainda para um possível impacto na exigência dos exames e aconselha os alunos a pedirem a reapreciação das provas, verificando cuidadosamente se todos os elementos foram corretamente avaliados.
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