Portugal realizou um número histórico de transplantes cardíacos e pulmonares em 2025, mas a falta de órgãos continua a limitar a resposta aos doentes que aguardam por uma nova oportunidade de vida.
Portugal registou em 2025 um máximo histórico de transplantes cardíacos e pulmonares. Segundo a Sociedade Portuguesa da Transplantação, foram realizados 948 transplantes ao longo do ano, incluindo 70 cardíacos e 90 pulmonares, os valores mais elevados de sempre nestas áreas. Houve ainda 525 transplantes renais, dos quais 88 tiveram origem em dadores vivos, também um recorde nacional. Apesar dos resultados, a escassez de órgãos continua a ser o maior desafio, com cerca de 1.800 a 1.900 pessoas a aguardar por um transplante renal. No Dia Nacional da Doação e da Transplantação, a Sociedade Portuguesa da Transplantação apelou ao reforço da doação de órgãos e defendeu uma maior descentralização do acompanhamento dos doentes transplantados.
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