Em Maputo, o ministro da Reforma do Estado defendeu mudanças urgentes para garantir igualdade de acesso aos serviços públicos para todos os cidadãos, independentemente do local onde vivem.
O ministro da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, afirmou em Maputo que os portugueses no estrangeiro têm sido tratados “à margem do sistema” público, defendendo uma mudança “concreta e urgente” na relação do Estado com os cidadãos.
Sublinhou que a cidadania não pode depender da localização geográfica, apontando dificuldades de acesso e maior lentidão nos serviços para quem vive fora do país.
Defendeu uma reforma do Estado baseada na digitalização e simplificação, evitando repetições de dados e facilitando o acesso a serviços públicos.
“Queremos que um cidadão em Maputo aceda aos serviços do Estado com a mesma facilidade que alguém no Porto ou em Lisboa”, afirmou.
Destacou ainda o papel de Portugal como ponte entre a Europa e África, defendendo uma cooperação mais equilibrada e assente em parcerias.
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