Em Bruxelas, foi feito um apelo para garantir a continuidade e vitalidade das associações portuguesas no estrangeiro, sublinhando o seu papel essencial na preservação da identidade e ligação das comunidades a Portugal.
Carlos Gonçalves destacou a importância do movimento associativo português espalhado pela Europa, alertando para o risco de muitas estruturas locais perderem atividade ou desaparecerem devido a dificuldades financeiras e falta de apoio regular. A intervenção sublinha que estas associações desempenham funções culturais, sociais e até educativas, servindo como pontos de ligação entre gerações de portugueses no estrangeiro.
Foi igualmente reforçada a ideia de que estas entidades são fundamentais para manter viva a língua portuguesa, promover a cultura nacional e apoiar a integração das comunidades, especialmente entre os mais jovens. O responsável defende que o seu papel não pode ser desvalorizado, sob pena de enfraquecer a presença portuguesa fora do país.
O apelo surge num contexto em que várias associações têm vindo a alertar para constrangimentos na sua atividade, nomeadamente ao nível de financiamento e continuidade de projetos culturais e educativos.