O ano de 2025 confirmou a tendência de aquecimento global, tendo sido o terceiro mais quente alguma vez registado, com impactos particularmente severos na Europa e também em Portugal, segundo dados do programa Copernicus.
O ano de 2025 foi o terceiro mais quente de que há registo a nível global, de acordo com o serviço europeu Copernicus, ficando apenas atrás de 2024 e 2023, que continuam a deter os recordes de temperatura.
As temperaturas médias globais mantiveram-se cerca de 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais durante este período, algo que reforça a tendência de aquecimento acelerado observada na última década.
Em Portugal, o ano de 2025 também ficou marcado por valores elevados: foi o quinto ano mais quente desde 1931, com temperaturas acima da média e episódios extremos de calor, chuva intensa e seca em diferentes momentos do ano.
Na Europa, o impacto foi ainda mais evidente, com a maioria do continente a registar temperaturas acima da média e fenómenos extremos como ondas de calor, incêndios florestais de grande dimensão e perda de massa glaciar.
Os especialistas alertam que estes padrões reforçam a necessidade de acelerar medidas de adaptação e mitigação das alterações climáticas, num cenário em que os últimos anos têm sido consistentemente os mais quentes desde que há registos.